21.3.07
Entrevista à Professora Andreia Almeida

4 ever/Many: A Professora é da Madeira?
Professora: Sim
4 ever/Many: Gosta de viver na Madeira? Porquê?
Professora: Gosto muito porque é a minha terra, foi onde eu nasci e não conseguiria estar muito tempo longe do meu "jardim" à beira-mar plantado.
4 ever/Many: Quais são as desvantagens de viver nesta ilha?
Professora: Para mim, só há uma desvantagem: a distância! Para irmos a qualquer lado, fora da ilha, é preciso pagar balúrdios para fazer uma viagem de avião ou barco.
4 ever/Many: Acha que a Madeira está evoluida, a nível tecnológico? Porquê?
Professora: Eu acho que sim. Nós temos qualidade de vida, bom ambiente (apesar de tudo) e pouco stress (se compararmos com outros sítios do continente).
4 ever/Many: Qual é a cidade ou freguesia, da ilha, que gosta mais? Porquê?
Professora: É muito difícil dizê-lo visto a Madeira ser multi-fecetada. Vou escolher o Funchal porque foi onde eu nasci e é o concelho/cidade onde vivo.
4 ever/Many: O que é que gosta mais na Madeira (edifícios, monumentos...)? Porquê?
Professora: Eu não ligo muito a monumentos ou a edifícios, por isso, não tenho nenhum que goste muito.
4 ever/Many: Agora a nível da escola, o que gosta mais nesta escola? Porquê?
Professora: As pessoas que cá trabalham, porque são elas que a formam e moldam.
4 ever/Many: E o que gosta menos? Porquê?
Professora: A falta de cumprimento de horários porque quando precisamos, ninguém está lá, no departamento que precisamos, a horas.
4 ever/Many: O que melhoraria na escola? Porquê?
Professora: O mesmo aspecto que referi na pergunta 9.
4 ever/Many: Que método adoptaria para que os alunos gostassem mais de vir para a escola?
Professora: Penso que não há nenhum método que consiga esta condição, mas penso que se o método de ensino fosse mais prático, seria um bom incentivo.
4 ever/Many: Acha que a escola é evoluida, tanto a nível material, como a nível de ensino?
Professora: Penso que sim mas acho que a escola precisa de mais material, no que diz respeito a material informático, e de mais espaços para que os alunos possam utilizar as tecnologias para realizar trabalhos.
Agradecemos a colaboração da Professora Andreia Almeida na nossa intrevista!
Trabalho elaborado por: 4 ever/Many
16.3.07
Pastéis de bacalhau
Ingredientes:
300gr de bacalhau 1 panela
300gr de batata 1 passe-vite
2 Ovos 1 faca
2 Dentes de alho 1 tigela
1 Ramo de salsa 1 frigideira
Óleo para fritar
Modo de preparar
Descascam-se as batatas e cozem-se em água e sal, depois de cozidas passam-se pelo passe-vite. Á parte também se dá uma cozedura no bacalhau, depois de cozido tiram-se as peles e as espinhas e passam-se pela máquina, ou põem-se dentro de uma toalha de linho e agarra-se as quatro pontas da toalha e bate-se bem batido até ficar esfarelado.
Às batatas passadas pelo passe-vite misturam-se o bacalhau, a salsa, o alho picadinho e as gemas, bate-se muito bem, e por fim juntam-se as claras batidas em castelo.
Tendem-se os pastéis com auxílio de duas colheres de sopa e fritam-se em óleo bem quente. À medida que vão ficando lourinhos vão-se tirando e pondo sobre papel absorvente para escorrer a gordura.
Recolha de campo efectuada por: hell boy
Fim de ano da madeira e recorde mundial

O Guinness World Records™, entidade que atesta os recordes atingidos ao nível mundial, acaba de atribuir ao fogo-de-artifício da passagem de ano da Madeira o título de "maior espectáculo pirotécnico do mundo". Uma elipse de fogo-de-artifício de 6 quilómetros de extensão e 2,7 quilómetros de largura em torno da cidade do Funchal foi o recorde alcançado.
Fim de Fonte Www.madeiraislands.travel Madeira
Fim de Fonte Www.madeiraislands.travel Madeira
Trabalho elaborado por: Many
Chocolate
Frango à Décio
Ingredientes:
4 pessoas
1 frango;
4 tomates;
louro; 1 cerveja coral pequena;
250 gramas de bacon;
nozmoscada;
1 dente de alho;
2 cebolas; uma pitada de colarau;
pimenta preta;
azeite e sal (conforme o gosto de cada um);
uma lata de cogumelos laminados.
Instruções :
Instruções :
cortar a cebola , alho e louro e deitar na panela a refogar, juntamente com azeite. Depois da cebola estar refogada, juntar o tomate e deitar uma pitada de colarau e de nozmoscadaca. Depois juntar o frango e deixar em lume brando durante+ ou- 30 minutos. Por fim, deitar cogumelos e uma pitada de pimenta preta e deixar mais 10 minutos. Pode ser acompanhado com arroz ou com massa de parafuso, mas se o fizer, coza a massa só na água e sal, e depois junte tudo.
Retirado do site: www.cybermadeira.com
Elaborado por: nita
Retirado do site: www.cybermadeira.com
Elaborado por: nita
Festividades

As festas religiosas do Concelho de São Vicente desde sempre atraíram gentes de outras paragens. Das várias celebradas anualmente, salientamos a secular romaria do Senhor Bom Jesus, na Ponta Delgada, no 1º Domingo de Setembro e a romaria de Nossa Senhora do Rosário, na Freguesia de São Vicente, celebrada no 1º Domingo de Outubro.
Amplamente festejada, sobretudo no seio familiar, há a visita das Insígnias do Espírito Santo, após as celebrações da Páscoa.
Aliado à profunda manifestação de fé e devoção religiosa, temos também os festivos arraiais onde a música, o folclore e a gastronomia marcaram, enraizadamente, a sua presença.
Amplamente festejada, sobretudo no seio familiar, há a visita das Insígnias do Espírito Santo, após as celebrações da Páscoa.
Aliado à profunda manifestação de fé e devoção religiosa, temos também os festivos arraiais onde a música, o folclore e a gastronomia marcaram, enraizadamente, a sua presença.
Semana de São VicenteDe 24 a 31 de Agosto
Senhor Bom Jesus - Ponta Delgada1º Domingo de Setembro
Rosário - São Vicente1º Domingo de Outubro
Lameiros - São Vicente1º Domingo de Agosto
Feiteiras - São VicenteÚltimo Domingo de Julho
Igreja - Boaventura3º Domingo de Agosto
Fajã do Penedo - Boaventura2º Domingo de Setembro
1ª Lombada - Ponta Delgada2º Domingo de Agosto
Recolha efectuada por mimi e carocha
Retirado do site: http://www.svicente.com/festividades.htm
Bifes de Fiambre à madeirense
Ingredientes:
ananás: 2 rodelas
banana: 2
cogumelos: 4
cravinho da Índia: 2
fiambre: 2 bifes
manteiga: 15 gr
ovos: 2
sal: q.b.
tomate: 1
vinho da Madeira: 1 dl
Preparação:
Retirado do site: http://comezainas.clix.pt
Elaborado por: AlfaRomeo 156 e futebol350z
ananás: 2 rodelas
banana: 2
cogumelos: 4
cravinho da Índia: 2
fiambre: 2 bifes
manteiga: 15 gr
ovos: 2
sal: q.b.
tomate: 1
vinho da Madeira: 1 dl
Preparação:
Num tacho largo coloque a manteiga, os bifes, o ananás, os cogumelos, os cravinhos e o vinho. Tape e leve ao lume durante 8 minutos. Frite as bananas cortadas ao meio em manteiga quente. Corte o tomate aos gomos, tempere-os com sal e frite-os ligeiramente. Faça também os ovos mexidos. Sirva acompanhado com arroz branco, disposto em coroa no prato, e sobre o arroz coloque os bifes, as bananas e os restantes elementos.
Retirado do site: http://comezainas.clix.pt
Elaborado por: AlfaRomeo 156 e futebol350z
10.3.07
Bandeira da Madeira
A bandeira da Região Autónoma da Madeira é um rectângulo com uma altura de dois terços a sua largura, igualmente dividido em três faixas verticais; os rectângulos dos extremos são de azul, e o rectângulo intermédio, de ouro; sobre este último, figura a cruz da Ordem de Cristo. O azul representa a condição insular da região, e o amarelo representa o clima ameno e os areais, que fazem a riqueza da economia regional. Por fim, a Cruz de Cristo alude ao facto de ter sido descoberta por dois cavaleiros dessa ordem militar pertencentes à casa do Infante D. Henrique: João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira; é o símbolo de ligação à República Portuguesa. Trabalho elaborado por: 4 ever
História da Madeira

A Madeira, oficialmente designada por Região Autónoma da Madeira é um território português contemplado de autonomia política e administrativa.
Descoberta primeiro pelos Romanos, ficou conhecida como as "Ilhas de púrpura", mais tarde o arquipélago foi então redescoberto pelos portugueses, nomeadamente Tristão Vaz Teixeira e João Gonçalves Zarco em 1419, que apelidou a ilha com o nome Madeira devido à abundância desta matéria-prima. Primeiro foi descoberta a ilha de Porto Santo (1418), por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira; depois, a ilha da Madeira (1419), com Bartolomeu Perestrelo, que acompanhava de novo João Gonçalves Zarco.
É um Arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no reveillon, pelo seu vinho característico conhecido mundialmente Vinho Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral, as praias de areia branca do Porto Santo.
As ilhas do arquipélago da Madeira já seriam conhecidas antes da chegada dos portugueses, a crer em referências presentes em obras, bem como na representação destas em cartas geográficas. Entre as obras que se referem à Madeira salientam-se passagens do Libro del Conoscimiento (1348-1349), obra de um frade mendicante espanhol na qual as ilhas são referidas pelo nome de Leiname, Diserta e Puerto Santo.
Em 1418 a ilha do Porto Santo foi redescoberta por João Gonçalves Zarco e por Tristão Vaz Teixeira. No ano seguinte estes navegadores, acompanhados por Bartolomeu Perestrelo, chegam à ilha da Madeira.
Tendo sido notadas as potencialidades das ilhas, bem como a importância estratégica destas, iniciou-se por volta de 1425 a colonização, que terá sido uma iniciativa de D. João I ou do Infante D. Henrique. A partir de 1440 estabelece-se o regime das capitanias com a investidura de Tristão Vaz Teixeira como Capitão-Donatário da Capitania de Machico; seis anos mais tarde Bartolomeu Perestrelo torna-se Capitão-Donatário do Porto Santo e em 1450 Zarco é investido Capitão-Donatário da Capitania do Funchal.
Os três capitães-donatários levaram, na primeira viagem, as respectivas famílias, um pequeno grupo de pessoas da pequena nobreza, gente de condições modestas e alguns antigos presos do reino. Para receberem condições mínimas para o desenvolvimento da agricultura, tiveram que podar uma parte da densa floresta de laurissilva e construir um grande número de canalizações de água (levadas), visto que numa parte da ilha havia água em excesso enquanto na outra esta escasseava. Nos primeiros tempos, o peixe constituía o principal meio de subsistência dos povoadores assim como os produtos horto-frutícolas. A primeira actividade agrícola local com grande relevo foi a cultura cerealífera do trigo. Inicialmente, os colonizadores produziam trigo para a sua própria subsistência mas, mais tarde, este passou a ser um produto de exportação para o reino.
No entanto, inexplicavelmente, a produção cerealífera entrou em queda. Para superar a crise o infante D. Henrique resolveu mandar plantar na ilha da Madeira a cana-de-açúcar— rara na Europa e, por isso, considerada especiaria —, promovendo, para isso, a vinda, da Sicília, da soca da primeira planta e dos técnicos especializados nesta cultura. A produção de açúcar atraiu à ilha comerciantes judeus, genoveses e portugueses. A cultura da cana foi por excelência um dinamizador da economia insular. A produção da cultura sacarina cresceu de tal forma que surgiu uma grande necessidade de mão-de-obra. Para satisfazer esta carência foram levados para a ilha escravos originários das Canárias, de Marrocos, Mauritânia e, mais tarde, de outras zonas de África. A cultura da cana e a indústria da produção de açúcar desenvolver-se-iam até ao século XVII, seguindo-se a indústria da transformação — as alçapremas — fazendo a extracção do suco para, depois, vir a fazer-se o recozer dos meles como então se chamava à fase da refinação.
A partir do século XVII será o vinho o mais importante produto da exploração madeirense, já que a cultura da cana-de-açúcar fora, entretanto, incentivada no Brasil (a partir de 1530) e em São Tomé e Príncipe.
Durante o século XV a Ilha da Madeira desempenhou, um importante papel nos Descobrimentos portugueses. Tornou-se também famosa pelas rotas comerciais que ligavam o porto do Funchal a toda a Europa. E foi no arquipélago da Madeira que o mercador Cristóvão Colombo aprofundou os conhecimentos da arte de navegar e planeou a sua célebre viagem para a América.
Descoberta primeiro pelos Romanos, ficou conhecida como as "Ilhas de púrpura", mais tarde o arquipélago foi então redescoberto pelos portugueses, nomeadamente Tristão Vaz Teixeira e João Gonçalves Zarco em 1419, que apelidou a ilha com o nome Madeira devido à abundância desta matéria-prima. Primeiro foi descoberta a ilha de Porto Santo (1418), por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira; depois, a ilha da Madeira (1419), com Bartolomeu Perestrelo, que acompanhava de novo João Gonçalves Zarco.
É um Arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no reveillon, pelo seu vinho característico conhecido mundialmente Vinho Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral, as praias de areia branca do Porto Santo.
As ilhas do arquipélago da Madeira já seriam conhecidas antes da chegada dos portugueses, a crer em referências presentes em obras, bem como na representação destas em cartas geográficas. Entre as obras que se referem à Madeira salientam-se passagens do Libro del Conoscimiento (1348-1349), obra de um frade mendicante espanhol na qual as ilhas são referidas pelo nome de Leiname, Diserta e Puerto Santo.
Em 1418 a ilha do Porto Santo foi redescoberta por João Gonçalves Zarco e por Tristão Vaz Teixeira. No ano seguinte estes navegadores, acompanhados por Bartolomeu Perestrelo, chegam à ilha da Madeira.
Tendo sido notadas as potencialidades das ilhas, bem como a importância estratégica destas, iniciou-se por volta de 1425 a colonização, que terá sido uma iniciativa de D. João I ou do Infante D. Henrique. A partir de 1440 estabelece-se o regime das capitanias com a investidura de Tristão Vaz Teixeira como Capitão-Donatário da Capitania de Machico; seis anos mais tarde Bartolomeu Perestrelo torna-se Capitão-Donatário do Porto Santo e em 1450 Zarco é investido Capitão-Donatário da Capitania do Funchal.
Os três capitães-donatários levaram, na primeira viagem, as respectivas famílias, um pequeno grupo de pessoas da pequena nobreza, gente de condições modestas e alguns antigos presos do reino. Para receberem condições mínimas para o desenvolvimento da agricultura, tiveram que podar uma parte da densa floresta de laurissilva e construir um grande número de canalizações de água (levadas), visto que numa parte da ilha havia água em excesso enquanto na outra esta escasseava. Nos primeiros tempos, o peixe constituía o principal meio de subsistência dos povoadores assim como os produtos horto-frutícolas. A primeira actividade agrícola local com grande relevo foi a cultura cerealífera do trigo. Inicialmente, os colonizadores produziam trigo para a sua própria subsistência mas, mais tarde, este passou a ser um produto de exportação para o reino.
No entanto, inexplicavelmente, a produção cerealífera entrou em queda. Para superar a crise o infante D. Henrique resolveu mandar plantar na ilha da Madeira a cana-de-açúcar— rara na Europa e, por isso, considerada especiaria —, promovendo, para isso, a vinda, da Sicília, da soca da primeira planta e dos técnicos especializados nesta cultura. A produção de açúcar atraiu à ilha comerciantes judeus, genoveses e portugueses. A cultura da cana foi por excelência um dinamizador da economia insular. A produção da cultura sacarina cresceu de tal forma que surgiu uma grande necessidade de mão-de-obra. Para satisfazer esta carência foram levados para a ilha escravos originários das Canárias, de Marrocos, Mauritânia e, mais tarde, de outras zonas de África. A cultura da cana e a indústria da produção de açúcar desenvolver-se-iam até ao século XVII, seguindo-se a indústria da transformação — as alçapremas — fazendo a extracção do suco para, depois, vir a fazer-se o recozer dos meles como então se chamava à fase da refinação.
A partir do século XVII será o vinho o mais importante produto da exploração madeirense, já que a cultura da cana-de-açúcar fora, entretanto, incentivada no Brasil (a partir de 1530) e em São Tomé e Príncipe.
Durante o século XV a Ilha da Madeira desempenhou, um importante papel nos Descobrimentos portugueses. Tornou-se também famosa pelas rotas comerciais que ligavam o porto do Funchal a toda a Europa. E foi no arquipélago da Madeira que o mercador Cristóvão Colombo aprofundou os conhecimentos da arte de navegar e planeou a sua célebre viagem para a América.
Trabalho elaborado por: 4ever
Fonte de informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Aut%C3%B3noma_da_Madeira
Bordado Madeira

A INDUSTRIA DO BORDADO
Olhar para um bordado é como viajar num mundo de fantasia, cor, imaginação e muita arte. A arte dos pontos e das laçadas onde se adivinham horas de trabalho e dedicação.Os bordados Madeira são uma recordação cobiçada pelos visitantes, tanto pela sua beleza como pelo seu esmero de execução e podem encontrar-se das mais variadas formas, que vão desde as sumptuosas toalhas de mesa a delicados lenços de mão.Não se sabe ao certo quando é que se começou a bordar na Madeira. Porém, calcula-se que no princípio do século XIX tenham surgido as primeiras criações, devido à influência inglesa.Em Junho de 1850, o bordado Madeira apareceu como novidade ao público, na Exposição da Indústria Madeirense, e teve a sua primeira apresentação no estrangeiro quando um ano mais tarde, e a convite da rainha Vitória, a ilha da Madeira esteve representada em Londres numa exposição de indústrias diversas.O impulso dado à indústria do bordado, ficou a dever-se a Miss Phelps, filha de um comerciante Inglês residente no Funchal. Por volta de 1860, o bordado já era uma autêntica indústria. Por toda a ilha já se contava com milhares de bordadeiras. Só vinte anos mais tarde é que este bordado chegou à Alemanha e então alguns comerciantes alemães vieram estabelecer-se no Funchal.Em 1900, começou a ser feita a industrialização com destino à América, feita por sírios ali estabelecidos.
Olhar para um bordado é como viajar num mundo de fantasia, cor, imaginação e muita arte. A arte dos pontos e das laçadas onde se adivinham horas de trabalho e dedicação.Os bordados Madeira são uma recordação cobiçada pelos visitantes, tanto pela sua beleza como pelo seu esmero de execução e podem encontrar-se das mais variadas formas, que vão desde as sumptuosas toalhas de mesa a delicados lenços de mão.Não se sabe ao certo quando é que se começou a bordar na Madeira. Porém, calcula-se que no princípio do século XIX tenham surgido as primeiras criações, devido à influência inglesa.Em Junho de 1850, o bordado Madeira apareceu como novidade ao público, na Exposição da Indústria Madeirense, e teve a sua primeira apresentação no estrangeiro quando um ano mais tarde, e a convite da rainha Vitória, a ilha da Madeira esteve representada em Londres numa exposição de indústrias diversas.O impulso dado à indústria do bordado, ficou a dever-se a Miss Phelps, filha de um comerciante Inglês residente no Funchal. Por volta de 1860, o bordado já era uma autêntica indústria. Por toda a ilha já se contava com milhares de bordadeiras. Só vinte anos mais tarde é que este bordado chegou à Alemanha e então alguns comerciantes alemães vieram estabelecer-se no Funchal.Em 1900, começou a ser feita a industrialização com destino à América, feita por sírios ali estabelecidos.
INFLUÊNCIAS DO BORDADO
O bordado da Madeira sofre algumas influências; não só das rendas inglesa, de Milão, Burano e Burges como recebeu do bordado renascença, richelieu e do veneziano.Esta influência levou à constituição de outro tipo de bordado madeira, muito semelhante a uma renda pesada, muito mais rico e decorativo.O bordado Madeira mais antigo, é caracterizado por: bordaduras em grinalda, caseados, filas de ilhós, garanitos (ou granitos), rosetas, estrelas, viúvas e cavacas;.que tanto podem ser aplicadas em barras de lençóis, toalhas de mão, vestidos, camisas de noite e lenços.
COMO NASCE O BORDADO MADEIRA
As fábricas não são os locais onde o bordado se executa, mas sim casas comerciais onde se encontram os operários, secções de exportação e lojas de vendas, pois os bordados são feitos pelas bordadeiras em suas casas depois dos desenhadores das fábricas os terem desenhado. O bordado tem uma história muito sua, antes de chegar às mãos de quem o adquire. Os tecidos usados nesta indústria são o linho, o algodão, a seda natural , o organdi e as fibras sintéticas, que antes de seguirem para as bordadeiras (acompanhados de uma chapa com a indicação das cores e pontos a utilizar) passam pelos estampadores, que, utilizando o papel vegetal (previamente desenhado e picotado pelos desenhadores) pressionado sobre o tecido com uma espécie de almofada (também chamada de boneca) tingida de azul ou preto, assinalam as zonas a bordar.Após terminado o bordado, este volta à cidade, uma vez que as bordadeira vivem no campo, para a fábrica, onde é verificado, recortado, lavado e engomado. Esta sucessão de operações só termina com a verificação final, e na colocação do selo de chumbo, que garante a sua qualidade e perfeição, aposto pelo IBTAM (Instituto do Bordado, Tapeçarias e Artesanato da Madeira). Está pronto para ser vendido em qualquer casa especializada da ilha ou de seguir para exportação. No final o sucesso está na apreciação do bordado pelos mais sensíveis e adeptos da verdadeira arte.
Trabalho elaborado por: 4 ever
Fonte de informação: www.guia-madeira.net
Tapeçarias
Cores como azul, amarelo, vermelho, entre mil, ponto a ponto como uma pincelada, vão enchendo a talagarca com paisagens, flores, reproduções de pinturas ou de rostos. Como produto de uma ocupação de tempo ou como resultado do trabalho de centenas de pessoas, esta já histórica tapeçaria da Madeira deu origem a uma verdadeira actividade artística. Na Madeira esta transformação do saber artesanal numa actividade economicamente rentável, deve-se a uma família de origem alemã: os Kebeken. Paul Max Viebeken, em 1938, resolve criar um atelier de tapeçaria, procurando deste modo diversificar a produção da fábrica de bordados que possuía no Funchal. Coloca seu filho, Herbert Kiebeken a chefiar este atelier: a sua mutabilidade artística aliada à habilidade das bordadeiras, traduzem a beleza e a qualidade das telas. Este pequeno atelier cresce tanto em volume de negócios como em números de trabalhadoras, face ao sucesso da sua produção. Várias são as firmas que se interessam por esta actividade e a par com a dos bordados, ocupam um lugar de destaque na vida económica da Madeira. Como "nasce" uma tapeçaria na Madeira? O processo é quase o de uma pintura impressionista. Cada pincelada é substituída por um fio de lã; o pintor é substituído por um profissional, que a partir de um quadro vai bordando o original, no atelier da fábrica. Consoante o que pretende reproduzir, o artesão varia a sua técnica, em pontos de "grado", "miúdo", "gobleliu" ou "alinhavado". Como não tem esquema, também ele, tal como o pintor, desmancha, corrige e refaz, até chegar à versão final. As lãs, vindas de longe, frequentemente da Austrália, antes de chegarem à Madeira, passam por outras paragens para serem tratadas e tingidas de modo a poderem resistir ao tempo e às traças. Depois de se obter o original, muitas vezes por encomenda, este entra na fase de reprodução (geralmente feita no campo por mulheres) que copiam em telas novas, com lãs previamente escolhidas pelas maticadoras do atelier, o modelo recebido. Após terminado o seu trabalho, este regressa de novo à fábrica onde será verificado, engomado e rematado. Só depois é que receberá o selo de chumbo de garantia, aposto pelo instituto do bordado, Tapeçarias e Artesanato da Madeira. Aplicada e usada em bolsas, forras de cadeira, painéis, tapetes e almofadas; a tapeçaria da Madeira, passará de geração em geração, pois a qualidade dos materiais aliada ao saber de quem as trabalhou são a sua melhor garantia.
Trabalho elaborado por: 4 ever
Fonte de informação: www.guia-madeira.net
Vimes

A obra de vime tem acompanhado o povoador madeirense; os artigos de uso comum satisfaziam as necessidades funcionais, tanto dos artesãos como dos agricultores. A indústria dos artigos de vime teve o seu início na Camacha, em 1850, onde ainda hoje em dia se conserva, sendo o seu centro de maior produção.A esta indústria tipicamente artesanal dedicam-se homens e mulheres. A cultura do vimeiro ocupa quase toda a ilha. O vime é constituído por varas de tamanhos e diâmetros variáveis, produzidos pelo vimeiro. Cortado, descascado, secado; o vime segue então para a fase de transformação, sendo utilizados no fabrico de móveis e outros utensílios, principalmente cestos, para uso local e exportação. Quanto aos seus aspectos funcionais, podemos dividir a obra de vime em três categorias:
Obra leve - cestos para flores e pequenos objectos.
Obra média - cestos de vários formatos para uso doméstico, malas, caixas, etc...
Mobiliário - cadeiras, mesas, berços, etc.
Os artesãos põem toda a sua criatividade e talento de cesteiros na criação de um verdadeiro artesanato.A maior parte da obra de vime destina-se a exportação por encomenda, sendo bastante apreciada no estrangeiro nomeadamente Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Itália, entre outros.
Trabalho elaborado por: 4 ever
Fonte de informação: http://guia-madeira.net/
Restaurantes, Casas de Turismo e Miradouros

Restaurantes de São Vicente:
Restaurante/Pizzaria “Al Franco”
Restaurante “Caramujo”
Restaurante “Estalagem do Mar”
Restaurante “Estalagem Praia Mar”
Restaurante/Pub “Ferro Velho”
Restaurante “Frente Mar”
Restaurante “Many”
Restaurante “O Virgílio”
Restaurante “Quebra Mar”
Restaurante “Xapa Gril”
Restaurante “Os Compadres”
Restaurante “Caravela”
Restaurante “Água d’Alto”
Restaurante “Xapa Gril 2”
Padaria/Restaurante “Corvopan”
Restaurante/Pizzaria “Al Franco”
Restaurante “Caramujo”
Restaurante “Estalagem do Mar”
Restaurante “Estalagem Praia Mar”
Restaurante/Pub “Ferro Velho”
Restaurante “Frente Mar”
Restaurante “Many”
Restaurante “O Virgílio”
Restaurante “Quebra Mar”
Restaurante “Xapa Gril”
Restaurante “Os Compadres”
Restaurante “Caravela”
Restaurante “Água d’Alto”
Restaurante “Xapa Gril 2”
Padaria/Restaurante “Corvopan”
Restaurantes de Ponta Delgada:
Restaurante “Corte do Norte”
Restaurante “Baixas Café”
Restaurante “Baixas Café”
Restaurantes da Boaventura:
Restaurante “Solar da Boaventura”
Restaurante “São Cristóvão”
Restaurante “Leonel”
Restaurante/Pizzaria “Penalty”
Miradouros:
Caramujo
Cardais
Chão dos Louros
Encumeada
Fajã do Amo
Feiteiras
Lombada
Lombadinha
Lombo Garcês
Passo
Pico
Encumeada
Fajã do Amo
Feiteiras
Lombada
Lombadinha
Lombo Garcês
Passo
Pico
Quebradas
Santinha
Terra-Chã
Vista do Bom-Jesus
Santinha
Terra-Chã
Vista do Bom-Jesus
Turismo em São Vicente:
Casa da Camélia
Casa do Lanço
Casa da Piedade
Estalagem do Mar
Estalagem Praia Mar
Estalagem do Vale
Solar da Bica
Casa da Camélia
Casa do Lanço
Casa da Piedade
Estalagem do Mar
Estalagem Praia Mar
Estalagem do Vale
Solar da Bica
Turismo na Ponta Delgada:
Casa da Beira
Casa da Capelinha
Estalagem Corte do Norte
Hotel Monte Mar Palace
Turismo na Boaventura:
Solar da Boaventura
Trabalho elaborado por: 4 ever
Fonte de Informação: www.svicente.com
9.3.07
Freguesias do concelho de São Vicente
São Vicente: Um dos símbolos mais representativos desta freguesia é uma pequena capela construída em 1692 no interior de uma rocha de basalto situada na foz da ribeira que atravessa a vila.
S. Vicente passou a ser sede de Concelho em 1744. Foi um dos primeiros núcleos de povoamento do norte da Madeira. No vale de São Vicente pode visitar as Grutas e o Centro de Vulcanismo.
Ponta Delgada: O orago da freguesia de Ponta Delgada é o Senhor Bom Jesus, cujo arraial se realiza no primeiro fim-de-semana de Setembro.
Boaventura: A origem do nome é desconhecida. Reza a história que o poeta Antero de Quental terá vivido algum tempo nesta freguesia.
Retirado do site: http://cantinhodamadeira.com
trabalho elaborado por: florbela1992
S. Vicente passou a ser sede de Concelho em 1744. Foi um dos primeiros núcleos de povoamento do norte da Madeira. No vale de São Vicente pode visitar as Grutas e o Centro de Vulcanismo.
Ponta Delgada: O orago da freguesia de Ponta Delgada é o Senhor Bom Jesus, cujo arraial se realiza no primeiro fim-de-semana de Setembro.
Boaventura: A origem do nome é desconhecida. Reza a história que o poeta Antero de Quental terá vivido algum tempo nesta freguesia.
Retirado do site: http://cantinhodamadeira.com
trabalho elaborado por: florbela1992
Bacalhau à Varzeense
Ingredientes:
Azeite:
Batata:
Caras de bacalhau:
Couve portuguesa:
Azeite:
Batata:
Caras de bacalhau:
Couve portuguesa:
Preparação:
Coza as caras de bacalhau juntamente com as batatas e junte depois a couve. Retire as espinhas às caras, e ponha num tabuleiro de barro, seguidamente uma camada de couve, e alterne com as batatas cozidas e cortadas às rodelas e com o bacalhau que se tirou das caras. Por fim coloque por cima bastantes alhos cortados, um pouco de pimenta, azeite e leve ao forno. Se gostar pode pôr molho bechamel e deixar gratinar.
trabalho efectuado por: ren_1969
Bolo preto
Ingredientes:
1/2 kg de açúcar
4 ovos
1/2 chávena de manteiga
1/2 chávena de banha
1/2 chávena de leite
½ kg de açúcar
1 pacote de soda
8 colheres de sopa de mel
4 colheres de sopa de canela moída
1 ½ chávena de frutas
Deita-se o açúcar numa taça juntamente com a canela a soda. Depois, deita-se os ovos, a banha, o mel e o leite. Não se deve deitar tudo de uma vez. Amassa-se tudo muito bem e depois de tudo estar amassado dá-se uma batida mais forte a massa não fica mole. Leva-se ao forno quente.
4 ovos
1/2 chávena de manteiga
1/2 chávena de banha
1/2 chávena de leite
½ kg de açúcar
1 pacote de soda
8 colheres de sopa de mel
4 colheres de sopa de canela moída
1 ½ chávena de frutas
Deita-se o açúcar numa taça juntamente com a canela a soda. Depois, deita-se os ovos, a banha, o mel e o leite. Não se deve deitar tudo de uma vez. Amassa-se tudo muito bem e depois de tudo estar amassado dá-se uma batida mais forte a massa não fica mole. Leva-se ao forno quente.
Recolha de campo efectuada por: Miralago.
Percursos a pé
1-Levadas
-Levada da Achada Grande (Sítio do pastel Boaventura)
-Levada do Norte (São Vicente)
-Levada da Fajã Rodrigues (São Vicente)
-Levada Nona (São Vicente
-Levada do Lanço
-Levada da Ribeira do Passo
-Levada dos Tornos
2-Cominhos e veredas
-Caminho velho do calhau (São Vicente)
-Passinho (São Vicente)
-Pico da Cova (São Vicente)
-Entrosa (Boaventura)
-Fajã do Penedo-Boca das Voltas (Boaventura)
-Arvoredo (São Vicente)
-Fajã da Cinza (São Vicente)
-Lombadinha (Levada \Estrada Regional 101)
-Levada Boaventura
Recolha feita por: nita
-Levada da Achada Grande (Sítio do pastel Boaventura)
-Levada do Norte (São Vicente)
-Levada da Fajã Rodrigues (São Vicente)
-Levada Nona (São Vicente
-Levada do Lanço
-Levada da Ribeira do Passo
-Levada dos Tornos
2-Cominhos e veredas
-Caminho velho do calhau (São Vicente)
-Passinho (São Vicente)
-Pico da Cova (São Vicente)
-Entrosa (Boaventura)
-Fajã do Penedo-Boca das Voltas (Boaventura)
-Arvoredo (São Vicente)
-Fajã da Cinza (São Vicente)
-Lombadinha (Levada \Estrada Regional 101)
-Levada Boaventura
Recolha feita por: nita
Concelho de São Vicente

Aspectos Históricos: O Concelho de São Vicente foi criado em 1835.
Origem do nome: fica a dever-se a uma pequena ermida consagrada a São Vicente. Primeiro deu nome ao local onde fora erguida e mais tarde à paróquia. Desconhece-se, contudo, o nome do seu fundador e o ano da sua construção.
Localização: costa norte da Madeira a 37 km da Cidade do Funchal
População: 6 063 habitantes
Área: 79 km2
Festas e Romarias Principais: São Vicente (24 a 31 de Agosto); Nossa Senhora do Rosário (1º Domingo de Outubro); Santíssimo Sacramento (1º Domingo de Setembro – Arraial de Ponta Delgada); 1ª Lombada - Ponta Delgada (2º domingo de Agosto); Lameiros - São Vicente (1º Domingo de Agosto); Fajã do Penedo - Boaventura (2º domingo de Setembro)
Oragos: São Vicente, Senhor Bom Jesus
Feriado: 22 de Janeiro
Origem do nome: fica a dever-se a uma pequena ermida consagrada a São Vicente. Primeiro deu nome ao local onde fora erguida e mais tarde à paróquia. Desconhece-se, contudo, o nome do seu fundador e o ano da sua construção.
Localização: costa norte da Madeira a 37 km da Cidade do Funchal
População: 6 063 habitantes
Área: 79 km2
Festas e Romarias Principais: São Vicente (24 a 31 de Agosto); Nossa Senhora do Rosário (1º Domingo de Outubro); Santíssimo Sacramento (1º Domingo de Setembro – Arraial de Ponta Delgada); 1ª Lombada - Ponta Delgada (2º domingo de Agosto); Lameiros - São Vicente (1º Domingo de Agosto); Fajã do Penedo - Boaventura (2º domingo de Setembro)
Oragos: São Vicente, Senhor Bom Jesus
Feriado: 22 de Janeiro
Retirado do site: http://cantinhodamadeira.com
Trabalho elaborado por: misscanixe
2.3.07
Entrevista ao Professor José António Moniz

4 ever/Many: O Professor é da Madeira?
Professor: Não. Eu nasci na África do Sul, em Joanesburgo, mas resido na região desde que tenho um ano de idade.
4 ever/Many: O Professor gosta de vive na Madeira? Porquê?
Professor: Gosto muito, porque adoro a paisagem, a natureza, a qualidade de vida e o clima.
4 ever/Many: Quais são as desventagens de viver nesta ilha?
Professor: Não gosto do facto de estarmos isolados, tendo em conta que as viagens para o exterior são muito caras. Também não gosto do facto de vivermos num meio em que as pessoas não têm privacidade, visto que todos os outros se preocupam em coscovilhar a vida alheia.
4 ever/Many: Acha que a Madeira está evoluída, a nível tecnológico?
Professor: Eu acho que está na média nacional. Não considero que estejamos muito avançados.
4 ever/Many: Recomendaria esta ilha, para viver, a alguém? Porquê?
Professor: Recomendaria, claro! Acho que é um lugar calmo e agradável para se viver, apesar de pagarmos tudo mais caro.
4 ever/Many: Qual é a cidade ou freguesia, da ilha, que o Professor gosta mais? Porquê?
Professor: Eu gosto mais das serras, especialmente do Paúl da Serra, pois gosto muito de passear a pé.
4 ever/Many: O que é que gosta mais na Madeira (edifício, monumento...)? Porquê?
Professor: Gosto muito do farol da Ponta do Pargo, pois tem uma paisagem fantástica.
4 ever/Many: Agora a nível da escola, o que gosta mais nesta escola? Porquê?
Professor: Eu gosto muito das pessoas (professores, alunos...). Acho que a escola tem um ambiente agradável.
4 ever/Many: E o que gosta menos?
Professor: Eu detesto a indisciplina e a má educação.
4 ever/Many: O que melhoraria na escola?
Professor: Eu melhoraria os espaços e a acessibilidade.
Agradecemos a colaboração do Professor José António Moniz na nossa intrevista.
Recolha feita por: 4 ever
Many
