27.4.07

 
super karting
karting

elaborado por: miralago
retirado de: http://jbkarting.com/noticias_2006.asp

 

Surf na Madeira

'tubo' - Paúl do MAR












Surf - Paúl do Mar

Recolha efectuada por: Kiara e Lolita
www.blogarcadia.blogspot.com

 

fotos de karts

super karting
karting


 

Trotinetes SV 2007

Vejam o meu video de trotinetes em São Vicente...enjoy xD

http://www.hi5.com/friend/video/displayViewVideo.do?videoId=4099500&ownerId=19259154

Realizado por: Japanese Muscle

 

Surf na Madeira



O surf na Ilha da Madeira só começou a ser descoberto há cerca de quatro anos, quando os profissionais e os amantes desta modalidade reconheceram as excelentes condições que esta região tem para oferecer. A notícia desta "descoberta" espalhou-se por todos os amantes de surf portugueses e chegou finalmente ao Brasil. Mas foi apenas quando começou a sair nas publicações especializadas que a Madeira se tornou reconhecida como local de surf de qualidade. As costas são acidentadas e íngremes e as rochas no fundo do mar não só produzem excelentes ondas, como também saídas da água aparatosas.Acima de tudo, aconselhamo-lo a tomar algumas precauções. Se é principiante tem que ter cuidado com as formações rochosas e com o calhau à beira mar. Temos certeza que não gostaria de ser apanhado numa onda em praias como estas! Devido à sua localização, o arquipélago da Madeira é um local privilegiado para receber "swells" do Atlântico Norte e tem todo o tipo de ondas, desde "point breaks" a " reef breaks".
O clima subtropical permite-lhe encontrar temperaturas na casa dos 15º C, na época mais fria, e 21º C, na época mais quente.Os melhores meses para surfar são considerados época baixa.Traga a sua prancha e descubra o potencial do surf na Madeira!
Recolha efectuada por: Kiara e Lolita
www.madeira-web.com






 

O que é o Rapel

Uma técnica de descida que o praticante utiliza para transpor obstáculos como prédios, paredões, quedas de água, entre outros, com o uso de cordas ou cabos. O termo "rappel" vem do francês e significa trazer e recuperar. Apesar de não se saber exactamente quando a técnica foi criada, ela foi utilizada por espeleólogos, que usavam desse recurso para explorar cavernas. Existe uma grande discussão sobre se o rapel é um desporto ou apenas uma técnica. Os que acreditam tratar-se de um desporto encaram esta actividade como diversão. Já os que acreditam tratar-se de uma técnica, geralmente utilizam-na como um meio de realizar outra modalidade, outro desporto ou mesmo trabalho.

Retirado do site: http://oradical.uol.com.br/rapel/oqueerapel.asp

Elaborado por: nita

 
O Campeonato de Karting da Madeira de 2007 não começou da melhor forma, pois verificaram-se inúmeras falhas da organização que ao longo do dia foram ocorrendo e que culminaram com uma entrega de prémios fora de horas pois já passavam das 21H00 quando foram distribuídas as taças aos vencedores de cada categoria, isto em vésperas de um dia normal de aulas em que grande parte dos pilotos entram na escola às 08H00.
Por se tratar da 1ª corrida da JB Karting na competitiva categoria Max Júnior, os objectivos não eram tão ambiciosos como aqueles traçados para a época passada, pelo que se considera que o nosso piloto esteve à altura das expectativas.
Depois de alguns problemas em termos de mecânica na 1ª sessão de treinos livres de domingo que impossibilitaram a melhoria do setup e alguma ansiedade à mistura, o nosso piloto José Luis Botas registou a 8ª marca nos treinos cronometrados.
Partindo para a pré corrida na posição alcançada nos treinos cronometrados, cuja partida teve de ser repetida em virtude de terem havido pilotos que não respeitaram a sua posição na grelha, o Luis Botas chegou a rodar em 4º lugar mas cortou a meta na 6ª posição.
Para a final do dia, o Luis Botas que saiu da 6ª posição, foi obrigado a perder varias posições para não provocar um acidente logo na primeira curva, tendo caído para 10º lugar, no final da corrida, o Luis Botas cortou a meta na 7ª posição depois de uma ultrapassagem digna de registo e aplaudida pelo publico que assistia à prova.
Ao nosso piloto queremos aqui deixar a nossa palavra de conforto e de esperança que as coisas irão certamente correr melhor quando toda a equipa dominar melhor os meandros técnicos desta categoria.


elaborado por:Gamer1993
nome do site:http://jbkarting.com/noticias_2006.asp

 

O que é Parapente?


A primeira vista, o leigo é levado a pensar que o parapente é um também um pára-quedas, porém mais comprido. Entretanto este possui um comportamento bastante diferente e consequentemente, um universo de aplicações igualmente diferentes.
Enquanto quem salta de pára-quedas o faz a partir de um avião, quem voa de parapente sobe até o topo de uma montanha,
abre o equipamento e somente aí, corre e descola de uma maneira muito parecida com a asa delta.
A grande sacada do pára-quedismo e curtir a adrenalina que é cair no vácuo para finalmente abrir o pára-quedas eventualmente executar as manobras que o velame permite para finalmente pousar (um salto dura cerca de 2 minutos).

Já a proposta do parapente, é o voo, a pilotagem do equipamento.
O piloto dirige sua máquina pelos céus como num avião, podendo subir milhares de metros até, descer, escolher novos locais de pouso, permanecer as vezes várias horas voando...
O parapente plana no céu como um pássaro.


Retirado do site: http://www.ventomania.com
Trabalho realizado por: miss canixe e florbela1992

 

MADEIRA LIVE FESTIVAL 2006



Recolha efectuada por: carocha
Retirado do site: www.youtube.com

 

Downhill

Downhill (descida de montanha, traduzindo para o português), é uma modalidade do Mountain Bike nascida na Califórnia na segunda metade da década de 70. Ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta somente no asfalto, se encontravam nas montanhas de Marin County, perto de San Francisco, Califórnia, para despensar montanha abaixo. Para isso eles utilizavam bikes tipo cruiser (muitas delas da marca Schwinn) e as adaptavam para o uso fora de estrada, utilizando pneus mais largos e freios mais potentes. Entre estes pioneiros do MTB estavam nomes como Gary Fischer, Tom Ritchey, Joe Breeze, Charlie Kelly entre outros. Hoje em dia, todos eles são empresários da indústria do Mountain Bike. O DH foi então a primeira modalidade do MTB a ser praticada.

Evolução
As competições de Downhill são recentes, que teve seu primeiro Campeonato Mundial realizado no Colorado (USA), em 1990, e vencido pelo norte americano Greg Herbold. No Brasil, as primeiras competições datam de 1991 eram praticadas com bicicletas para o Cross Country (modalidade, na época, muito mais difundida que o DH). As pistas eram verdadeiros estradões de terra, com trilhas abertas sem grandes obstáculos onde se priorizava a velocidade. Com o tempo, essas pistas foram se tornando mais técnicas com a inclusão de single tracks (trilhas estreitas), pedras, drop-off (degraus altos), gaps (vãos a serem transpostos) e duplos (obstáculo composto de rampa de lançamento e rampa de recepção com um vão entre elas), ou mesas (o mesmo que o duplo só que com o vão preenchido). Fazem parte das dificuldades que também aguçam a técnica do piloto, raízes, valas, erosões e a lama. Estas dificuldades acabaram por desenvolver tecnologicamente a bicicleta e os equipamentos de proteções.

Bicicleta
Atualmente não se pensa em praticar DH, principalmente em competições, sem uma bike com um quadro preparado para aguentar grandes impactos, com suspensões de no mínimo 170mm de curso tanto na roda traseira como na dianteira, freios a disco de acionamento hidráulico (fluído de freio, ao invés de cabos de aço) e pneus largos com compostos macios para maior aderência ao terreno. Aliás, o desenho dos pneus difere conforme o terreno a ser utilizado, como terreno seco ou molhado/lama. Além disso, na bicicleta de DH não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike.

Prova
A competição de DH compreende somente descida, em trilhas com obstáculos naturais e artificiais (a UCI exige que os obstáculos naturais sejam grande maioria) com a distância mínima de 1,5km e de no máximo 3km. O tempo mínimo de prova para cada atleta precisa ser de no mínimo 2:30 e no máximo 6 minutos. Os competidores saem um a um com intervalo pré-definido pela organização (que geralmente opta por um minuto) e tem o seu tempo cronometrado. É uma competição Contra o Relógio, na qual o vencedor é o atleta que percorreu o percurso no menor tempo, caracterizando um desporto de muita explosão e grande habilidade técnica.

O Futuro
A Bicicleta de Downhill exige o maior desenvolvimento tecnológico dentre todas as modalidades do ciclismo e este é um dos responsáveis pelo fascínio que este esporte causa nas pessoas. Hoje em dia estuda-se a geometria do quadro, materias e ligas mais leves e resistentes, controle de curso de suspensões através de ar ou óleo, freios de acionamento hidráulico com regulagens de modulação(freio mais progressivo ou mais "estanque"), etc. Atualmente, as indústrias estão entrando numa nova era com estudos afim de eliminar o câmbio traseiro (muito suscetível à falhas). A Honda (empresa japonesa de carros e motos) tem um protótipo (RN-01) que compete em todo o circuito internacional onde o grande diferencial é o sistema de marchas internas localizado no centro do quadro (Gear Box). Outras empresas, como a Hayes (freios), B-one e GT também começam a engatinhar nesta tecnologia. Neste assunto, para o Downhill não existem limites, pois se compararmos uma bicicleta de 5 anos atrás com as atuais veremos grandes diferenças. Se aumentarmos esse intervalo, não seremos capazes de associar uma bike de 10 anos atrás com as de hoje. Assim sendo, não se tem idéia de como será o design e quais as tecnologias serão empregadas nestas verdadeiras máquinas daqui a 5 anos. sao mm dahs.

Trabalho efectuado por: ferrari 69,9

 

O Parkour

(Le) Parkour (as vezes abreviado como PK) ou art du déplacement (Português: arte do deslocamento) é uma arte física de origem Francesa, o objectivo é mover do ponto A para o ponto B da maneira mais rápida e eficiente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Desse modo, o parkour ajuda a superar obstáculos que poderão ser qualquer coisa no ambiente circundante — desde ramo de árvores e pedras até grades e paredes de concreto — possibilitando ser praticado na área rural e urbana. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceurs e mulheres como traceuses.
Traceurs são praticantes de Parkour e costumam se reunir em locais com grande número de obstáculos, estudam cada um deles e fazem experimentos antes de executar movimentos e exercícios deste disciplina. A natureza dos exercícios exige que seus praticantes possuam um excelente preparo físico, saibam e respeitem sempre os seus limites, para buscar quebra-los no momento certo, assumindo e tendo consciência dos riscos e de suas limitações. Tudo isso tendo como base o pensamento "ser forte para ser útil", destacando que um verdadeiro Traceur está pronto para situações inesperadas e sempre disposto a ajudar.

trabalho efectuado por: Dj Cobra



 

IV Moto Rally da Ponta do Pargo








































Trabalho elaborado por: Many/Chocolate

Fonte:www.madeiraoffroad.com

25.4.07

 

Entrevista à Aluna Patrícia Freitas, do 9ºC

4 ever/Many: Gostas da escola? Porquê?
Patrícia: Ás vezes, porque as aulas tanto podem ser chatas como interessantes.
4 ever/Many: O que gostas menos? Porquê?
Patrícia: A falta de higiéne de alguns alunos, porque dá má imagem à nossa escola.
4 ever/Many: O que melhorarias na escola? Porquê?
Patrícia: Melhoraria as salas de aula, porque as paredes estão sujas e que no último dia de aulas houvesse festa.
4 ever/Many: Se fosses professor, que método adoptarias para que os alunos gostassem mais de vir para a escola?
Patrícia: Se eu fosse professora, durante a aula, dava uns minutos para os alunos descontraírem.
4 ever/Many: Achas que a escola é evoluida, tanto a nível de ensino, como a nível material?
Patrícia: A nível de ensino, acho que está bem, mas a nível material poderia melhorar um pouco o sistema dos computadores.
4 ever/Many: Quais são as disciplinas que gostas mais? Porquê?
Patrícia: As disciplina que eu mais gosto são Ciências e D.P.S., porque divertimo-nos enquanto aprendemos.
4 ever/Many: E as que gostas menos? Porquê?
Patrícia: Eu não gosto de Matemática e História, porque são aulas aborrecidas e matemática é um pouco difícil.
4 ever/Many: Quais são as qualidades que achas que um professor deve ter?
Patrícia: Deve compreender os alunos, ajudá-los nas suas dificuldades, não estar sempre sério, e saber brincar com os alunos.
Agradecemos a colaboração da aluna Patrícia Freitas na nossa entrevista!
Trabalho elaborado por: 4 ever/Many

 

Entrevista ao aluno Luís Abreu, do 12º A





4 ever /Many: Gostas da escola? Porquê?
Luís: Não, porque é muito cansativo e por vezes os professores são muito exigente.

4 ever/Many: O que gostas menos? Porquê?
Luís: O pátio, porque tem poucos bancos e é um espaço pouco lúdico.

4 ever/Many: O que melhorarias na escola? Porquê?
Luís: Eu disponibilizaria mais computadores aos alunos.

4 ever/Many: Se fosses um professor, que método adoptarias para que os alunos gostassem mais de vir para a escola?
Luís: Eu tornava as aulas mais divertidas e não mandava T.P.C.

4 ever/Many: Achas que a escola é evoluida, tanto a nível material, como a nível de ensino?
Luís: A nível de ensino, sim, mas a nível de material, não, porque nos laboratórios tem pouco material disponivel para os professores e para os alunos.

4 ever/Many: Quais são as disciplinas que gostas mais? Porquê?
Luís: Eu gosto de Biologia e Geologia, porque são as disciplinas que acho mais interessantes.

4 ever/Many: E as que gostas menos? Porquê?
Luís: E não gosto de Matemática, porque é uma disciplina muito exigente, mentalmente e tem muita matéria.

4 ever/Many: Quais são as qualidades que achas que um professor deve ter?
Luís: Um professor deve ser divertido e organizado (tanto nas suas ideias, como no seu material).


Agradecemos a colaboração do aluno Luís Abreu, na nossa entrevista!

Trabalho elaborado por: 4 ever/Many

22.4.07

 

Entrevista à aluna Carolina R., do 6ºC




4 ever/Many: Gostas da escola? Porquê?
Carolina: Sim, porque convivo com os meus amigos, adquiro novos conhecimentos, conheço pessoal novo e os professores até são fixes.

4 ever/Many: O que gostas menos? Porquê?
Carolina: Não gosto muito da higiéne, tem muito lixo espalhado, as casas-de-banho muitas vezes estão sujas e existem, de vez em quando, guerras de comida na cantina.

4 ever/Many: O que melhorarias na escola?
Carolina: Eu melhoraria a higiéne, etc.

4 ever/Many: Se fosses uma professora, que método adoptarias para que os alunos gostassem mais de vir à escola?
Carolina: Eu procurava dar as minhas aulas através de Power Point, jogos e trabalhos de grupo.

4 ever/Many: Achas que a escola é evoluida, tanto a nível de ensino, como a nível material?
Carolina: A nível material poderia ser melhor e a nível de ensino acho que está bem.

4 ever/Many: Quais são as disciplinas que gostas mais?
Carolina: As disciplinas que eu gosto mais são Matemática, Português e Inglês.

4 ever/Many: E as que gostas menos? Porquê?
Carolina: Não gosto de História. A porfessora é fixe, mas não acho a disciplina interessante.

4 ever/Many: Quais as qualidades que achas que um professor deve ter?
Carolina: Acho que um professor deve ser justo, simpático, amigo, rigoroso e mauzinho quando é preciso.


Agradecemos a colaboração da Carolina R. na nossa entrevista!

Trabalho elaborado por: 4 ever/Many

 

Entrevista à aluna Laura Fernandes, do 5ºC




4 ever/Many: Gostas da escola? Porquê?
Laura: Sim, porque a maioria dos professores são divertidos, porque tenho muitos amigos e também porque gosto de adquirir novos conhecimentos.

4 ever/Many: O que gostas menos? Porquê?
Laura: Não gosto das casas-de-banho, porque são um bocadinho sujas, muitas vezes não têm papel higiénico e não reunem condições necessárias para uma boa higiéne.

4 ever/Many: O que melhorarias na escola? Porquê?
Laura: Eu melhoraria o aspecto da escola, porque acho que está um bocadinho "antiquado".

4 ever/Many: Se fosses uma professora, que método adoptarias para que os alunos gostassem mais de vir para a escola?
Laura: Eu daria aulas mais práticas, como por exemplo, fazer visitas de estudo, experiências ao ar livre, etc.

4 ever/Many: Achas que a escola é evoluida, tanto a nível material, como a nível de ensino?
Laura: A nível de ensino, acho que sim, mas a nível material podia melhorar um pouco.

4 ever/Many: Quais são as disciplinas que gostas mais? Porquê?
Laura: Gosto muito de História, Inglês, E.V.T. e Matemática, porque são disciplinas interessantes e divertidas.

4 ever/Many: E as que gostas menos? Porquê?
Laura: Não gosto de música, porque não acho interessante aprender esta matéria.

4 ever/ Many: Quais são as qualidades que achas que um professor deve ter?
Laura: Acho que um professor deve ser divertido, amigo, simpático, risonho, que explique bem a matéria e que seja rigoroso quando é preciso.

Agradecemos a colaboração da Laura Fernandes na nossa intrevista!

Trabalho elaborado por: 4 ever/Many



20.4.07

 

Museus na madeira

Museu de Arte ContemporâneaSegunda a Sexta - das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30Fechado nos feriadosEste museu, localizado no Forte de S. Tiago, exibe uma colecção de arte contemporânea Portuguesa. Organiza diversas exposições, convindando artistas, galerias ou outras instituições.

Museu de Arte SacraTerça a Sábado - das 10h às 12h30 e das 14h às 18hRua do BispoEscultura religiosa do século XVI ao XVIII. Joalharia religiosa dos séculos XVII e XVIII.
Museu da CidadeSegunda a Sexta - das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30Localizado nos Paços do Concelho, este museu retrata os 500 anos de vida da cidade do Funchal.

Museu Biblioteca Mário Barbeito de VasconcelosSegunda a Sexta - das 9h30 às 13h e das 15h às 18hSábado - das 9h30 às 13hFechado nos feriados Avenida ArriagaEste museu disponibiliza uma colecção sobre Cristovão Colombo, livros raros e moedas. Foca ainda a história da Madeira.

Museu Henrique e Francisco FrancoTerça a Sábado - das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30Fechado nos feriados Rua João de DeusTal como o nome indica, as obras primas apresentadas aqui foram feitas pelos irmãos Henrique e Francisco Franco.

Casa Museu Frederico de Freitas Terça a Sábado - das 10h às 12h30 e das 14h às 18hDomingo - das 10h às 12h30Fechado nos feriadosCalçada de Santa ClaraAqui encontra várias exposições temáticas, tais como azulejos, escultura religiosa, mobiliário e cerâmica.

Museu Quinta das CruzesTerça a Sábado - das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30Domingo - das 10h às 13hFechado nos feriados Calçada do PicoMobília portuguesa e estrangeira dos séculos XVI a XIX. Porcelanas e faianças portuguesas do séc. XVII ao XIX. Escultura portuguesa, presépios e pintura.

Museu Municipal do FunchalTerça a Sexta - das 10h às 18hSábado, Domingo e feriados - das 12h às 18hRua da MourariaEste é o sítio onde pode encontrar a fauna, flora e geologia das ilhas da Madeira.Tem também um aquário e a Biblioteca Municipal.
Museu do VinhoSegunda a Sexta - das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17hFecahdo nos feriadosRua 5 de OutubroPara saber como o vinho da Madeira era feito, não pode perder este museu. Encontrará quase tudo, desde maquinaria a fotografias, tudo relacionado com a cultura e produção do vinho.
Museu do Vinho MadeiraSegunda a Sexta - das 9h às 19hSábado - das 9h às 14hAvenida ArriagaNas mais velhas adegas do Vinho Madeira pode ver documentos, livros, maquinaria dos primórdios deste vinho.

IBTAM Segunda a Sexta - das 10h às 12h30 e das 14h30 às 17h30Fechado nos feriadosRua do Visconde de AnadiaO IBTAM expõe Bordado Madeira, aliado a fatos tradicionais e mobiliário.
Museu da ElectricidadeTerça a Sábado - das 10h às 12h30 e das 14h às 18h Fechado nos feriadosRua da Casa da LuzMaquinaria e equipamento raros, com mais de meio século, ligados à electricidade.

Universo de MemóriasTerça a Sábado- 10.00 às 12.00 h e 14.00 às 17.00 h Domingos - 10.00 às 12.00 hFechado Segundas e feriados públicosLocalização: Calçada do PicoEste ‘Universo de Memórias’ foi fundado e financiado pelo actual Secretário de Turismo, João Carlos Abreu, e reflecte a sua vida enquanto viajante, jornalista e figura pública. Cerca de dez mil peças como livros, cerâmicas, pinturas e objectos de bronze dos quatro cantos do mundo estão em exibição em 14 salas numa casa situada no lado oposto à entrada do museu Quinta das Cruzes. Este museu inclui uma casa de chá com acesso gratuito.
Núcleo Museológico da Cidade do AçúcarSegunda a Sexta - 10.00 às 12.30 h e 14.00 às 18.00 hLocalização: Praça ColomboNesta exposição, especialmente dedicada ao açúcar, o visitante fica a conhecer melhor o papel que o fabrico e a exportação de açúcar tiveram na vida económica e social da Madeira e as suas influências culturais e artísticas durante os séculos XV e XVI.
Ribeira BravaMuseu Etnográfico da MadeiraTerça a Domingo - das 10h às 12h30 e das 14h às 18h Fechado nos feriados Rua de S. FranciscoEste museu reúne objectos etnográficos, que relatam a cultura e sociedade madeirenses. Várias salas temáticas mostram ao público o modo de vida do povo desta ilha.

CalhetaCentro das Artes Casa das MudasTerça a Domingo - das 10.00 às 19hrs(Entrada custa € 5,00 – 50% de desconto para idosos e crianças)O novo Centro das Artes Casa das Mudas, desenhado em completa harmonia com a paisagem circundante, um conceito que lhe valeu a nomeação para o prémio de arquitectura Mies van der Rohe 2005, tem um programa de exposições temporárias de todos os tipos de arte e estilos de diferentes artístas locais, nacionais e internacionais. Poderá também encontrar frequentemente espectáculos de dança, teatro e outras apresentações artísticas.
MachicoMuseu da Baleia Terça a Domingo - das 10h às 12h e das 13h às 18hVila do CaniçalTestemunhos da pesca à baleia, com um baleeiro e artigos relacionados com baleias.

retirado de:http://www.madeira-web.com/PagesP/museums.html

retirado por:gamer1993

 

O Porto Santo










Imagens retiradas da net

Elaborada por: many

chocolate

 

Museu Interactivo da madeira

O Madeira Story Centre é um Museu Interactivo que apresenta uma completa panorâmica de 14 milhões de anos de História da Madeira, dos Vulcões aos Hidroaviões, do Infante D. Henrique a Napoleão e Churchill. A exposição é apresentada em etapas cronológicas sequenciais, algumas resumindo séculos, outras centrando-se nas histórias individuais. Além, o Madeira Story Centre oferece um terraço panorâmico multifunctional, um café temático e uma loja de artigos exclusivos da Madeira.

retirado de:http://www.madeira-web.com/PagesP/museums.html

retirado por:gamer1993

 

A descoberta


A descoberta oficial do Porto Santo e da Madeira ocorreu ainda no Reinado de D. João I. No entanto, as primeiras referências ao Arquipélago datam já da antiguidade clássica altura onde são feitas alusões às “paradisíacas Ilhas Atlânticas”. Por isso, tudo leva a acreditar que o arquipélago seria já conhecido por navegadores Fenícios e Gregos. Mais tarde, o Arquipélago foi representado em mapas italianos e catalães do séc. XIV.
Contudo, oficialmente só no século XV é que se dá a descoberta quando em 1418 ou 1419 os navegadores portugueses João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira avistaram a Ilha do Porto Santo. A Ilha da Madeira terá sido descoberta no ano seguinte 1419 ou 1420. O primeiro desembarque aconteceu em Machico no dia 1 de Julho (ou no dia 2 de Julho segundo outras versões – no entanto, a Assembleia Legislativa da Madeira aprovou como feriado regional o dia 1 de Julho).
Anos mais tarde, em 1425 o Infante D. Henrique mandou colonizar o arquipélago dividindo-o em três Capitanias: a do Funchal foi dada a administrar a João Gonçalves Zarco (1450); a de Machico a Tristão Vaz Teixeira (1440) e a do Porto Santo a Bartolomeu Perestrelo (1446).
A Madeira foi a primeira ilha a ser efectivamente ocupada por colonos europeus, nomeadamente franceses, italianos, espanhóis, ingleses e flamengos. A Ilha oferecia aos povoadores madeira para casas e para a construção naval, água em abundância, aves e peixes que foram um importante meio de subsistência dos colonos. Contudo, muitas vezes a força das águas e o desabamento de terras, provocados pelas tempestades, destruíam por completo o trabalho agrícola desempenhado pelos colonos. Por isso, foram construídos muros para suportar os terrenos dando lugar aos sucalcos a que o povo chama “poios”.


Retirado do site: http://cantinhodamadeira.com


Trabalho realizado por: florbela1992




 

Madeira

E voltando de novo ao começo começo. A Madeira goza de muito sol e um pouco de chuva. Se procura o sol tórrido (mais a tranquilidade de uma paisagem lunar) então deverá procurar outros sítios entre Cairo e Lanzarote. Os que possuem um gosto mais amadurecido optam pelo paraíso.
retirado de: http://www.madeira-web.com/PagesP/weather-p.html
retirado por:gamer1993

 

Madeira

A ilha está cheia de microclimas. A Baía do Funchal, protegida pelas montanhas mais altas, goza do melhor sol. Na costa Sudoeste, Ponta do Sol e Calheta, protegidos pelo Paul da Serra, o sol brilha mais intensamente, apesar de não estarem tão protegidos do vento do mar. Os ventos predominantes são os de Noroeste, que se juntam na costa portuguesa e que correm até às ilhas de Cabo Verde. Trazem pluviosidade e ondulação à costa Norte da Ilha e, muito frequentemente, especialmente na parte da manhã, influenciam o tempo da costa Leste entre o Caniçal e o Caniço. Apesar de atingidas pelo vento de oeste, estas zonas podem tornar-se surpreendentemente secas e solarengas, ao passo que a costa Oeste é levemente húmida.
retirado de: http://www.madeira-web.com/PagesP/weather-p.html
retirado por:gamer1993

 

Parque Urbano-São Vicente




Caminhar hoje entre a vila e o Calhau de São Vicente é um prazer. Os incómodos da velha estrada, os perigos pela partilha do espaço entre peões e automóveis são coisas do passado. O parque urbano possibilita não apenas caminhadas relaxantes, como novos espaços de lazer e convívios para naturais e forasteiros.O enorme espaço incaracterístico invadido pela vegetação selvagem e pouco cuidado foi substituído por uma mancha verde cruzada por caminhos pedonais, centros de interesse,
luz, flores e água. A seu lado continua a correr a ribeira, acondicionada ao seu espaço garantindo que a natureza segue o seu caminho.
O Parque Urbano conta com lojas comerciais, como padaria, cafés, lojas de artesanato e de vários serviços. As duas margens da ribeira de São Vicente estão ligadas por uma ponte em madeira, o que permite a ligação à antiga vereda. Aliás, o moderno e o antigo estão em perfeita sintonia. Uma das imagens mais bonitas do novo espaço é a das “ilhotas” ajardinadas que acompanham a ribeira. Enfim, várias razões para que as pessoas em geral se desloquem ao Norte da ilha. Um óptimo espaço para se passar momentos de qualidade em família ou com amigos. O Parque Urbano e auto-silo de São Vicente, inaugurado a 1 de Setembro, comporta um jardim, circuitos pedonais, um polidesportivo, um parque infantil, cinco lojas e dois cafés.
Quanto aos jardins, o destaque vai para os mirantes inclinados, sobre a ribeira, com vista para o mar, bem como para uma ponte pedonal, em madeira, com 44 metros, também sobre a ribeira, que liga o Parque Urbano ao antigo Caminho Real (que ligava a Ribeira Brava a São Vicente e se estendia até terras de Boaventura). Realce-se ainda duas árvores em pedra, bem como um parque infantil, com 270 metros quadrados, equipado com o que há de mais moderno (junto ao “snack-bar” mais a norte) e ainda um polidesportivo com oitocentos metros quadrados. Este recinto tem a particularidade de a cobertura, em rede, ser inclinada, garantindo que as bolas não passarão daquele espaço.
Recolha efectuada por: mimi
Retirado do site:http://www.svicente.com/lazer.htm#Parque_Urbano

 

Rota da cal (LAMEIROS)












Foi com muito esforço e movidos por grande necessidade que os madeirenses exploraram a cal, na Região. A extracção era feita rudemente, de forma dura, pois não contavam com a ajuda de máquinas e o transporte era todo ele feito às costas, tanto da matéria-prima, depois de retirada dos jazigos, como da água e lenha necessários à cozedura e redução da rocha a pó.
É para conhecer melhor, esta realidade que durante muitos anos fez parte da vida em São Vicente, único sitio da Madeira onde existe calcário,este belíssimo local foi redescoberto pelo o sr. José de Ponte.

Trabalho retirado do site: http://www.svicente.com/museus.htm

Trabalho elaborado por: Futebol 350z e Alfa romeo_156



 

O Balão da Madeira


O Funchal contava com um balão que subia até aos 150 metros para mostrar aos visitantes uma perspectiva diferente da encantadora baía da cidade e das áreas circundantes.
Com capacidade para aproximadamente 30 passageiros, esta nova atracção incluía, ainda, um museu junto da estação de partida que contava a história e as tradições da ilha, um bar e um andar inferior que dava apoio a clubes e instituições de vela, jet ski, vóleibol e windsurf. Infelizmente, o balão rebentou aquando do último temporal.

Retirado do site:
http://www.madeira-web.com/PagesP/ballon-rides.html

Trabalho efectuado por: chocolate
many

 

A Lenda de Machim

Muitos documentos antigos e relatos de viagens falam desta linda história de amor.
Machim era um jovem e belo cavaleiro inglês, forte e corajoso, mas sem fortuna. Apaixonou-se por uma menina da alta nobreza chamada Ana d’Arfet. Ela correspondia ao seu amor. Enviavam mensagens um ao outro por uma ama e combinavam encontros secretos. Andavam tão entusiasmados que não conseguiam esconder o que sentiam e, a certa altura, os pais dela descobriram e rebentou um escândalo, pois o casamento entre eles não era possível visto que ela pertencia a uma classe social superior à de Machim.
Os pais conseguiram que o próprio rei de Inglaterra arranjasse um noivo de alta linhagem para casar com a filha. Ana não teve outro remédio senão obedecer aos pais, mas não se conformou. Machim, como era um homem de acção, não desistiu do seu amor e, com a ajuda de amigos e parentes, traçou um plano de fuga para França.
No maior segredo, mandou-lhe a proposta pela ama do costume, marcando-lhe encontro no porto da cidade de Bristol. Aí embarcariam num navio de mercadores, quando a tripulação estivesse em terra. Ana aceitou. Fugiu de casa de madrugada, levando consigo apenas um crucifixo e as suas jóias.
Machim e os companheiros esperavam-na num batel e, mal ela chegou, remaram para um navio que estava parado e sem ninguém, soltaram logo a vela e fizeram-se ao mar.
Uma tempestade enorme arrastou-os para o largo, e como não tinham com eles piloto, perderam-se e andaram à deriva, ao sabor do vento e das correntes. Passados alguns dias avistaram uma terra desconhecida, toda coberta de arvoredo, mas desabitada. Aí deitaram âncora numa grande enseada e desembarcaram.
A partir daqui há duas versões da história: uma termina bem e a outra, pelo contrário, resulta numa tragédia:
Primeira versão:
Os dois apaixonados encontraram abrigo num enorme tronco oco de uma árvore, água com abundância e frutos silvestres para matar a fome. Na manhã seguinte descobriram que o barco e os companheiros tinham desaparecido, talvez levados pelo vento ou por algum encanto. Mas não se importaram: estavam juntos, tinham um abrigo e podiam construir mesmo uma cabana onde viver, não lhes faltava comida e água...
O local onde o parzinho desembarcou e viveu veio a chamar-se Machico em homenagem a Machim.
Segunda versão:
Ana desembarcou na ilha porque se encontrava doente de tão enjoada, pois a viagem tinha sido terrível. Machim resolveu então que ficariam ali alguns dias para descansarem antes de prosseguirem viagem. Ana e Machim não precisaram de construir qualquer abrigo porque encontraram uma enorme árvore oca, tão espaçosa que puderam pernoitar nela.
Mas na terceira noite que lá passaram levantou-se um vento tão forte que o barco se soltou e partiu, levando a maioria dos companheiros, que nada puderam fazer senão deixar-se arrastar.
Na ilha, verificando o desaparecimento da nau, Ana d’Arfet entrou num tal desespero que nunca mais falou e morreu passados poucos dias.
Machim, louco de dor, pediu aos poucos companheiros que tinham ficado na praia que partissem no pequeno barco a remos que lhes restava e que tentassem alcançar terra. Ele queria morrer ali e ficar sepultado ao pé da sua amada, pois a vida já não lhe interessava. Os amigos ficaram com ele, sempre a tentar convencê-lo a partir também, mas, passados uns dias, Machim morreu. Colocaram as duas sepulturas uma ao lado da outra, encimadas por uma cruz, e lá partiram à aventura, em demanda do continente.
Conclusão:
O final desta história é mais ou menos idêntico para as duas versões: os companheiros de Machim, levados por correntes marítimas, foram dar a terras árabes e aprisionados. Entre os cativos encontravam-se marinheiros castelhanos e/ou portugueses que tomaram conhecimento desta aventura. Mais tarde foram libertados ou capturados por barcos portugueses e um deles ter-lhes-á contado a história.
Há uma versão que diz mais: terá sido o próprio João Gonçalves Zarco o capitão do navio que teve conhecimento destes factos e terá entusiasmado o Infante D. Henrique, que se encontrava em Sagres, a irem em busca dessa terra para dela tomarem posse. Assim se fez, com autorização do rei D. João I
Trabalho retirado do site: http://members.fortunecity.com
Trabalho realizado por: miss canixe

13.4.07

 

Madeira

A Madeira, oficialmente designada por Região Autónoma da Madeira é um território português dotado de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo de Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa. A Madeira faz parte integral da União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299.º-2 do Tratado da União Europeia.



trabalho efectuado por: gamer1993

 
Floresta:
Laurissilva é o nome dado à floresta endémica da ilha da Madeira. Esta floresta ocupa uma área de 14.953 hectares. Na Laurissilva as plantas mais comuns são as Lauráceas como o Loureiro (Laurus novocanariensis), o Vinhático (Persea indica), o Til (Ocotea foetens), e o Barbusano (Apollonias barbujana). Em 1999 esta floresta foi considerada pela UNESCO como Património da Humanidade. É um dos locais no mundo, com o maior índice de diversidade de plantas por km². A palavra laurissilva deriva do latim Laurus (loureiro, lauráceas) e Silva (floresta, bosque).

Origem:
A floresta Laurissilva originou-se no período
Miocénico e Pliocénico da Época Terciária, há 20 milhões de anos. Nessa altura a floresta ocupava toda a área da bacia do Mediterrâneo, Sul da Europa e Norte de África.
Em resultado das glaciações que ocorreram no começo do
Quaternário, a floresta regrediu e extinguiu-se da Europa. No Norte de África ocorreria o mesmo, mas em resultado do avanço da aridez.

Localização:

Actualmente a Laurissilva sobrevive em alguns dos arquipélagos que integram a Macaronésia, nomeadamente nos arquipélagos portugueses dos Açores e da Madeira e no arquipélago espanhol das Canárias.
Nos Açores a presença da floresta é residual, encontrando-se na ilha de S.Miguel, enquanto que no arquipélago da Madeira encontra-se apenas na ilha maior do arquipélago (ilha da Madeira). Ocupa nesta ilha uma área de aproximadamente 15000 hectares, o que corresponde a 20% da ilha, sendo o maior e mais bem conservado núcleo desta floresta. Concentra-se principalmente na costa norte, em altitudes compreendidas entre os 300 e os 1300 metros. Na costa sul, ocorre em áreas de altitude compreendida entre os 700 e os 1200 metros.
Nas Canárias os núcleos mais significativos encontram-se na ilhas de
Gomera (Parque Nacional de Garajonay), La Palma (Canal e Los Tildes), Tenerife (Parque Natural de Teno) e Gran Canaria (Parque Rural de Doramas).
trabalho efectuado por: ren_1969

 

Festa da flor

De 21 a 22 de Abril
Em Abril de cada ano ocorrem os festejos de homenagem às flores madeirenses. Por ocasião da Festa da Flor as principais ruas do Funchal são invadidas por um desfile de carros alegóricos que exibem uma multiplicidade de espécies florais, deixando no ar suaves perfumes.
trabalho efectuado por: ren_1969

 

Miradouros

Para um concelho que é todo ele um autêntico regalo à vista, os pontos panorâmicos podem proporcionar verdadeiros momentos de contemplação que nos despertam sentimentos por vezes esquecidos. Desde a Encumeada, Bica da Cana, Boca das Voltas e a partir de inúmeros pontos por todo o concelho, é possível desfrutar de excelentes panorâmicas sobre os vales e vertentes que caracterizam o concelho de São Vicente. Venha deslumbrar-se com as nossas paisagens...
Caramujo
Cardais
Chão dos Louros
Encumeada
Fajã do Amo
Feiteiras
Lombada
Lombadinha
Lombo Garcês
Passo
Pico
Quebradas
Santinha
Terra-Chã
Vista do Bom-Jesus
Retirado do site:http://www.svicente.com/miradouros.htm
Recolha efectuada por: Britney

 

Cozido a madeirense

Ingredientes:
1 Kg de carne de porco magra salgada;
4 Batatas-doces;
4 Batatas;
4 Nabos;
4 Cenouras;
1 Couve coração-de-boi;
1 Abóbora verde) abóbora que não cresceu);
200 g de cuscuz ;
1 Ramo de tomilho


Confecção:
Lava-se a carne e coze-se em água. Quando a carne estiver quase cozida, juntam-se-lhe todos os legumes inteiros e lavados. À couve devem retirar-se as folhas exteriores mais rijas. Junta-se ainda um ramo de tomilho.À medida que os legumes cozem, vão-se retirando do caldo.Molha-se o cuscuz com um pouco de água e coloca-se na parte funda do cuscuzes.Logo que a carne e todos os legumes estiverem cozidos (estes já retirados da panela) coloca-se o cuscuz sobre a panela para que o cuscuz seja cozido a vapor. Para evitar que o vapor se escape, coloca-se um pano na borda da panela entre esta e o cuscuz.Depois de tudo pronto, volta a introduzir-se no caldo (salvo o cuscuz), para que o cozido seja servido bem quente.
O cuscuz é hoje substituído pela bola do arroz. Neste caso, a bola com o cuscuz é introduzida no caldo onde o cozido coze. Introduz-se nos últimos 10 minutos. O cuscuz, que outrora era preparado pelos próprios, vende-se agora nas mercearias pronto a utilizar.Quando preparam em casa o cuscuz (granulado), para saberem se a água do cuscuz não se evaporou toda e para evitar perder o vapor fazem a verificação deitando algumas pedrinhas ou conchas de lapas ou de berbigão no fundo do cuscuz. Se sobre o lume, ao ferver, não terlintarem, é sinal de que a água se esgotou, pelo que se torna necessário juntar mais.

trabalho efectuado por:dj cobra





 

Inhame Branco



O inhame é o nome comum dado às plantas do género Dioscorea (família Dioscoreaceae), e aos respectivos tubérculos, cujo uso para fins alimentares está muito difundido nos trópicos, principalmente na África Ocidental, nas Caraíbas e na região Nordeste do Brasil. Os tubérculos dos inhames são usados como acompanhamento de carnes, sopas e saladas, geralmente em pratos salgados, e com menos frequência em bolos e doces. O seu uso como alimento também é crescentemente apreciado nos EUA e na Europa, principalmente em França, onde seu consumo é associado a benefícios medicinais tais como a redução do mau colesterol.


A cultura do inhame

As principais condicionantes à produção do inhame são a disponibilidade de plantio, a competição com ervas daninhas, a disponibilidade de estacaria para construção de suportes para o desenvolvimento da planta (que é uma liana trepadeira) e as pragas, com destaque para os fungos, vírus e algumas espécies de escaravelhos e de nemátodos.
Em geral o inhame é cultivado tendo como único aporte externo a utilização de pequenas quantidades de fertilizante, ou mesmo sem outro fertilizante do que a adição de material orgânico ou de cinzas resultantes de queimadas.
O plantio de inhame pode ser lançado à terra na estação seca, quando o solo está seco e a disponibilidade de trabalho das populações é maior. O custo do plantio representa cerca de 50% do investimento na cultura, já que são necessários cerca de 10 000 inhames de semente por cada hectare a cultivar. Tal representa um grande volume de material, a que se associa a dificuldade de manter a viabilidade dos propágulos dado que são rapidamente perecíveis. Caso não adquiram o material, os agricultores necessitam em média de reservar 30% da colheita para plantio no ano seguinte.
Uma vez semeadas, as sementes esperam em dormência pela chuva ou podem despontar um abrolho que aguarda o aumento da humidade do solo para desenvolver folhas.
Durante os primeiros 4 meses de crescimento a planta é vulnerável à competição com ervas daninhas, estando demonstrado que elas podem levar a perdas de rendimento superiores a 40% se não forem eliminadas por sacha adequada.
As melhores produções conseguem-se quando é instalada estacaria que permite à planta manter-se erecta trepando pelos suportes (pode chegar aos 4 m de altura). Tal representa um grande investimento, em particular em regiões pobres em material vegetal adequado.
Os tubérculos têm uma grande capacidade de armazenamento, continuando a crescer enquanto a disponibilidade de água no solo o permite.
Nas regiões mais húmidas o inhame pode ser cultivado em associação com o milho e com outros vegetais.
Dada a sua importância económica o inhame é uma das produções agrícolas estudadas pelo International Institute of Tropical Agriculture (IITA), o qual mantém em Ibadan, Nigéria, um centro de investigação científica especializado nesta cultura.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Inhame
Trabalho efectuado por:
futebol350z e alfa romeo 156

 

Infra-Estruturas Desportivas

São várias as infra-estruturas desportivas existentes no concelho. Aqui poderá fazer todo o tipo de desporto, desde desporto de campo, ginásio, piscina e até surf.




Baía dos Juncos (Surf)






Campo Carlos Sé - Boaventura







clube naval de São Vicente





Ginásio da A.D.R. de Ponta Delgada



Piscinas de São Vicente





Pesquisa efectuada por: carocha


 

munícipio de s. vicente

O Município é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de território, população eleitora, atribuições (fins ou missões da entidade) e órgãos próprios - executivo e deliberativo, ambos com competências (poderes funcionais) próprias também.A descentralização efectiva do Estado (preceito constitucional) concretiza-se no território municipal, operando-se esta descentralização através da "devolução de poderes", isto é, na transferência de poderes do Estado para as comunidades Locais, a titulo definitivo, não evocável.
trabalho efectuado por: miralago

 

Educação no concelho de São Vicente



Até ao ano de 1964, o ensino da zona Norte da ilha era ministrado pela senhora D. Lucinda Andrade. Este ensino, denominado “clandestino” preparava os alunos para os exames. Ensinava sem instalações adequadas, num pequeno quarto da sua residência, juntava alunos dos diversos anos. Em mesas estreitas e bancos corridos, os alunos eram preparados para os exames do segundo e quinto ano. Considerada uma excelente professora de Francês leccionava também Inglês, Matemática, Desenho e Físico-Química.Considerando o disposto na Resolução número 25/79 de 11 de Janeiro que consagra a possibilidade de serem atribuídos aos Estabelecimentos de Ensino designações que representam homenagens a vultos madeirenses, o Conselho de Governo pelo Ofício Circular número 189/4.0.1/88, resolveu atribuir à Escola Preparatória e
D. Maria Lucinda de Sousa Andrade.
Secundária de São Vicente, o nome de Escola Básica e Secundária Professora D. Lucinda Andrade. Homenagem justa à professora D. Maria Lucinda de Sousa Andrade.


Trabalho retirado do site:http://www.svicente.com

Trabalho elaborado por: miss canixe e florbela1992

This page is powered by Blogger. Isn't yours?