16.2.07
Bolo do Caco
Confecção:
Massa de pão: A massa para o bolo do caco é uma massa de pão de trigo vulgar, feita com farinha de trigo, fermento de padeiro (caseiro ou industrial), água e sal. Fazendo o fermento em casa, este obtém-se misturando um pouco de farinha com água morna nas quantidades necessárias para resultar uma massa mole. Esta massa é deixada durante 1,2 ou 3 dias a fermentar; depois utiliza-se juntando à farinha. A proporção depende do tempo que tem de fermentação. Usando o chamado fermento de padeiro industrial, este é utilizado na proporção de 30 a 50 g por cada kg de farinha de trigo.Feita e fermentada a massa de pão (que até se pode comprar na padaria), divide-se em bolas que se achatam de modo a formar uma bolacha com a espessura de 3 cm e um palmo de diâmetro. Tem-se uma pedra muito quente, sobre a qual se coloca a bolacha. Deixa-se cozer e ganhar uma crosta fina, mas ligeiramente queimada. Vira-se e deixa-se cozer igualmente do outro lado. Pega-se agora na bolacha na vertical e roda-se de modo a alourar também os bordos.O bolo do caco acompanha a refeição ou pode comer-se quente, simplesmente com manteiga.É indispensável para acompanhar a espetada nas romarias.
É condição para a boa cozedura do bolo do caco que a pedra esteja escaldante, sendo aquecida por meio de qualquer combustível, podendo até ser usado para o efeito um vulgar fogão a gás.
Diz-se que antigamente era de basalto a pedra onde se cozia o bolo do caco. Hoje vendem-se na Madeira nas casas de artigos de construção placas de cimento que substituem as referidas pedras de basalto.
http://www.gastronomias.com/portugal/madeira_008.html
Recolha efectuada por Ren_1969
Massa de pão: A massa para o bolo do caco é uma massa de pão de trigo vulgar, feita com farinha de trigo, fermento de padeiro (caseiro ou industrial), água e sal. Fazendo o fermento em casa, este obtém-se misturando um pouco de farinha com água morna nas quantidades necessárias para resultar uma massa mole. Esta massa é deixada durante 1,2 ou 3 dias a fermentar; depois utiliza-se juntando à farinha. A proporção depende do tempo que tem de fermentação. Usando o chamado fermento de padeiro industrial, este é utilizado na proporção de 30 a 50 g por cada kg de farinha de trigo.Feita e fermentada a massa de pão (que até se pode comprar na padaria), divide-se em bolas que se achatam de modo a formar uma bolacha com a espessura de 3 cm e um palmo de diâmetro. Tem-se uma pedra muito quente, sobre a qual se coloca a bolacha. Deixa-se cozer e ganhar uma crosta fina, mas ligeiramente queimada. Vira-se e deixa-se cozer igualmente do outro lado. Pega-se agora na bolacha na vertical e roda-se de modo a alourar também os bordos.O bolo do caco acompanha a refeição ou pode comer-se quente, simplesmente com manteiga.É indispensável para acompanhar a espetada nas romarias.
É condição para a boa cozedura do bolo do caco que a pedra esteja escaldante, sendo aquecida por meio de qualquer combustível, podendo até ser usado para o efeito um vulgar fogão a gás.
Diz-se que antigamente era de basalto a pedra onde se cozia o bolo do caco. Hoje vendem-se na Madeira nas casas de artigos de construção placas de cimento que substituem as referidas pedras de basalto.
http://www.gastronomias.com/portugal/madeira_008.html
Recolha efectuada por Ren_1969
Cozido à Madeirense
Ingredientes:
Para 6 pessoas
1 kg de carne de porco magra salgada ;
4 batatas-doces ;
4 batatas ;
4 nabos ;
4 cenouras ;
1 couve coração-de-boi ;
1 abóbora verde ) abóbora que não cresceu) ;
200 g de cuscuz ;
1 ramo de tomilho
Para 6 pessoas
1 kg de carne de porco magra salgada ;
4 batatas-doces ;
4 batatas ;
4 nabos ;
4 cenouras ;
1 couve coração-de-boi ;
1 abóbora verde ) abóbora que não cresceu) ;
200 g de cuscuz ;
1 ramo de tomilho
Confecção:
Lava-se a carne e coze-se em água. Quando a carne estiver quase cozida, juntam-se-lhe todos os legumes inteiros e lavados. À couve devem retirar-se as folhas exteriores mais rijas. Junta-se ainda um ramo de tomilho.À medida que os legumes cozem, vão-se retirando do caldo.Molha-se o cuscuz com um pouco de água e coloca-se na parte funda do cuscuzeiro.Logo que a carne e todos os legumes estiverem cozidos (estes já retirados da panela) coloca-se o cuscuzeiro sobre a panela para que o cuscuz seja cozido a vapor. Para evitar que o vapor se escape, coloca-se um pano na borda da panela entre esta e o cuscuzeiro.Depois de tudo pronto, volta a introduzir-se no caldo (salvo o cuscuz), para que o cozido seja servido bem quente.
O cuscuzeiro é hoje substituído pela bola do arroz. Neste caso, a bola com o cuscuz é introduzida no caldo onde o cozido coze. Introduz-se nos últimos 10 minutos. O cuscuz, que outrora era preparado pelos próprios, vende-se agora nas mercearias pronto a utilizar.Quando preparam em casa o cuscuz (granulado), para saberem se a água do cuscuzeiro não se evaporou toda e para evitar perder o vapor fazem a verificação deitando algumas pedrinhas ou conchas de lapas ou de berbigão no fundo do cuscuzeiro. Se sobre o lume, ao ferver, não telintarem, é sinal de que a água se esgotou, pelo que se torna necessário juntar mais.
http://www.gastronomias.com/portugal/madeira_021.html
Recolha efectuada por Ren_1969
Lava-se a carne e coze-se em água. Quando a carne estiver quase cozida, juntam-se-lhe todos os legumes inteiros e lavados. À couve devem retirar-se as folhas exteriores mais rijas. Junta-se ainda um ramo de tomilho.À medida que os legumes cozem, vão-se retirando do caldo.Molha-se o cuscuz com um pouco de água e coloca-se na parte funda do cuscuzeiro.Logo que a carne e todos os legumes estiverem cozidos (estes já retirados da panela) coloca-se o cuscuzeiro sobre a panela para que o cuscuz seja cozido a vapor. Para evitar que o vapor se escape, coloca-se um pano na borda da panela entre esta e o cuscuzeiro.Depois de tudo pronto, volta a introduzir-se no caldo (salvo o cuscuz), para que o cozido seja servido bem quente.
O cuscuzeiro é hoje substituído pela bola do arroz. Neste caso, a bola com o cuscuz é introduzida no caldo onde o cozido coze. Introduz-se nos últimos 10 minutos. O cuscuz, que outrora era preparado pelos próprios, vende-se agora nas mercearias pronto a utilizar.Quando preparam em casa o cuscuz (granulado), para saberem se a água do cuscuzeiro não se evaporou toda e para evitar perder o vapor fazem a verificação deitando algumas pedrinhas ou conchas de lapas ou de berbigão no fundo do cuscuzeiro. Se sobre o lume, ao ferver, não telintarem, é sinal de que a água se esgotou, pelo que se torna necessário juntar mais.
http://www.gastronomias.com/portugal/madeira_021.html
Recolha efectuada por Ren_1969
2.2.07
Percursos a pé
Não existe
qualquer dúvida de que os percursos a pé são a melhor forma de conhecer e desfrutar as belezas que o Concelho de São Vicente proporciona. A profusão de veredas e levadas que se podem encontrar neste Concelho constitui uma porta para um mundo natural e humanizado de incontestável valor. É de particular destaque e interesse os passeios por entre a exuberante floresta Laurissilva, marcados por uma imensa diversidade de vida animal e vegetal, que nos encanta a cada passo. O Concelho de São Vicente abrange uma extensão que se estende do mar à serra e, assim, propicia aos visitantes a contemplação de paisagens diversificadas e igualmente empolgantes. A possibilidade de fazer passeios a pé através das veredas e velhos caminhos, disseminados pelas encostas e desfiladeiros, proporciona ocasiões de deslumbramento e emoção no palco duma Natureza invulgar, envolvente, onde a paz e o sossego dominam. A Natureza que se renova momento a momento, proporciona ocasiões inesquecíveis. As possibilidades de desfrutar de soberbas vistas panorâmicas são inumeráveis e, mesmo o olhar atento a pequenos pormenores, descobre facilmente motivos de admiração.
Entre os numerosos percursos possíveis, mencionaremos alguns:
Entrosa
Pico da Cova
Vigia Lombadinha
Fajã do Penedo
Caminho do Passinho
Lombo do Urzal
Caminho do Arvoredo
Fajã da Cinza
Lombadinha
Levada do Norte
Retirado de: http://www.svicente.com/
Trabalho realizado por: misscanixe e florbela1992
qualquer dúvida de que os percursos a pé são a melhor forma de conhecer e desfrutar as belezas que o Concelho de São Vicente proporciona. A profusão de veredas e levadas que se podem encontrar neste Concelho constitui uma porta para um mundo natural e humanizado de incontestável valor. É de particular destaque e interesse os passeios por entre a exuberante floresta Laurissilva, marcados por uma imensa diversidade de vida animal e vegetal, que nos encanta a cada passo. O Concelho de São Vicente abrange uma extensão que se estende do mar à serra e, assim, propicia aos visitantes a contemplação de paisagens diversificadas e igualmente empolgantes. A possibilidade de fazer passeios a pé através das veredas e velhos caminhos, disseminados pelas encostas e desfiladeiros, proporciona ocasiões de deslumbramento e emoção no palco duma Natureza invulgar, envolvente, onde a paz e o sossego dominam. A Natureza que se renova momento a momento, proporciona ocasiões inesquecíveis. As possibilidades de desfrutar de soberbas vistas panorâmicas são inumeráveis e, mesmo o olhar atento a pequenos pormenores, descobre facilmente motivos de admiração.Entre os numerosos percursos possíveis, mencionaremos alguns:
Entrosa
Pico da Cova
Vigia Lombadinha
Fajã do Penedo
Caminho do Passinho
Lombo do Urzal
Caminho do Arvoredo
Fajã da Cinza
Lombadinha
Levada do Norte
Retirado de: http://www.svicente.com/
Trabalho realizado por: misscanixe e florbela1992